
Horas, diesel, manutenção e operador de cada equipamento, registrados na hora e no lugar do trabalho. A revisão entra no cronograma antes da máquina parar.
Feito por quem passou 20 anos dentro da operação — e sabe exatamente o que a sua operação precisa.
Horas de máquina já registradas no sistema. Não no caderno, não na memória de ninguém — vinculadas à O.S., ao operador e ao local.
Números de uma operação real de terraplenagem, gerenciada hoje dentro do sistema.
A preventiva fica só na intenção e a quebra chega no meio do serviço. Aí o custo é maior e o cronograma atrasa.
Manutenção anotada em caderno, planilha e na cabeça do encarregado. Quando você precisa, a informação não está em lugar nenhum.
Quantas horas cada máquina rodou? Quem operou? Sem isso, a escala vira palpite e a hora trabalhada não bate.
Diesel, peças e diária somam todo mês. Sem juntar isso por máquina e por obra, o custo real fica invisível — e o preço do serviço vira chute.

Um sistema só, do apontamento na obra ao fechamento das contas.
Operacional e manutenção, com horímetro, operador, local e foto de fechamento como regra.
Veja quanto cada máquina e cada local custa e rende, por centro de custo.
Compra, abastecimento e estoque, com o diesel reservado por O.S. aberta.
Placa, RENAVAM, licenciamento com alerta, hodômetro e CNH do motorista.
A peça baixa do estoque no fechamento da O.S. Nada sai sem saldo, e cada saída vai para o centro de custo — com ou sem ordem de serviço.
Adiantamento, diária e horas viram acerto, rastreado por período.
A revisão avisa pelo horímetro. Você age antes da parada, não depois.
O relatório da O.S. sai pronto, com a sua marca, e vai direto no WhatsApp.
GPS gravado na abertura e no fechamento de cada ordem, no campo.
Cada alteração fica registrada. Trocar a máquina ou o operador de uma O.S. é permissão de administrador — o "jeitinho" não passa despercebido.
Nenhuma O.S. fecha sem a foto do horímetro final. A hora lançada é a hora real.
Mexeu no horímetro de uma O.S. fechada? Fica gravado o valor anterior, o novo, quem mexeu e quando.
Só administrador troca máquina ou operador de uma ordem. Sem exceção silenciosa.
Esse sistema não nasceu num escritório de software. Nasceu de 20 anos acompanhando processos, máquinas e operações — controlando frota e entendendo, no campo, a necessidade real de quem vive isso todo dia.
Sou bacharel em Administração e passei pela gestão de manutenção em concessionárias multimarcas — de máquinas pesadas a empilhadeiras. Por isso o sistema fala a língua da operação e a da gestão ao mesmo tempo: horímetro, O.S., empreita e diesel de um lado; custo, centro de custo e DRE do outro.
Em poucos minutos a gente entende a sua frota e mostra como aplicar isso nas suas máquinas.